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Healthtech · DTx/B2C

Belle App: do DTx ao B2C

Como a Metodologia dos 3 filtros em produtos de saúde cria engenharia de vínculo onde atravessar o complexo é condição para as pessoas aderirem, aprenderem e confiarem.

Colagem com telas do app Belle Health, versão DTx em alemão e versão B2C em inglês
ClienteBelle Health
PapelUX Writer → Líder de Conteúdo
Ano2023–2025

Neste case eu te conto como estruturei o design de conteúdo de um app de saúde mental e hormonal (DTx) para um estudo clínico na Alemanha (regulação DiGA) até a expansão B2C global. Meu objetivo aqui é te mostrar como a humanidade pode ser construída estruturalmente para facilitar adesão clínica num terreno cercado de desinformação e preconceito.

Contexto

A Belle Health nasceu como um app terapêutico digital (DTx) em alemão, fruto de um estudo clínico randomizado em parceria com a Universidade de Marburg e a Utah State University. Seu objetivo é verificar a eficácia da jornada terapêutica do aplicativo, baseada em evidências sobre o uso da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), no alívio dos sintomas de TPM (Transtorno Pré-Menstrual) e TDPM (Transtorno Disfórico Pré-Menstrual).

Prints do site em alemão sobre a versão DTx e telas da jornada B2C em inglês
Prints do site em alemão sobre a versão DTx e telas da jornada B2C em inglês

Pouco depois, a empresa lançou sua versão B2C global em inglês. Primeiro, especificamente para TDPM (com diferente arquitetura de jornada, que era exclusiva do estudo). Depois, vieram novos fluxos voltados a múltiplas condições hormonais, como menopausa, SOP (Síndrome do Ovário Policístico) e endometriose.

Em 2023, entrei para a Belle Health como UX Writer na fase inicial da startup, ajudando a construir esses aplicativos e a estruturar toda a área de UX da empresa: estratégia de conteúdo, guidelines de tom e voz, arquitetura de informação, jornadas de produto, testes com usuárias e lançamento de novos fluxos e funcionalidades — em um cenário de rápida escalabilidade e forte rigor científico. Depois disso, assumi e estruturei mais duas áreas (branding e ASO) até me tornar Líder de Conteúdo.

O desafio

Um produto nascido de estudo clínico carrega um tipo específico de exigência: cada palavra precisa sustentar um protocolo avaliado e aprovado pela universidade responsável (Marburg), além de cumprir os requisitos da regulação dos produtos de saúde no país (Alemanha – DiGA).

Mas o buraco de um produto que trata de Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) — uma condição ainda mal compreendida até por profissionais de saúde — é ainda bem mais embaixo.

Meme que ironiza a minimização da dor de pacientes com TDPM, criado para a campanha Re-visit no PMDD Awareness Day 2024
Esse meme ironiza a condição em que pacientes com TDPM sofrem ao terem sua dor minimizada. Ele integra a coleção que eu criei para a campanha Re-vist no "PMDD Awareness Day 2024" (conto em outro case, ainda em construção).

Você pode nunca ter ouvido falar de TDPM. Ainda assim, dados consolidados na área apontam que a condição é tão comum como a diabetes, afetando 1 em cada 20 pessoas que menstruam. Além disso:

  • O diagnóstico correto leva em média 12 anos para acontecer;
  • Calcula-se que uma pessoa chegue a perder 3,8 anos pelo impacto dos sintomas na sua vida diária;
  • E 30% das pacientes chega a tentar suicídio.

(Fonte: Belle Health)

Esse foi exatamente o caso de Nadine Evans, quatro anos depois de receber seu diagnóstico. Nesta entrevista de 2024 sobre seu livro "Mastering the Monthly Madness: How Therapy Helps Ease the Mayhem of PMDD", ela me contou como foi o seu processo com o TDPM antes de deixar uma carreira de 25 anos no mundo corporativo para se tornar psicoterapeuta.

"Eu sabia que era algo listado no DSM-5, eu não sabia o que era o DSM-5. Tudo que eu sabia era que era uma coisa para a saúde psiquiátrica. Então eu não falei muito a respeito. Até, cerca de quatro anos depois, eu tive um incidente tão ruim que eu estava planejando meu suicídio. E nesse momento eu pensei: ok, é hora. É hora de ser honesta." Nadine Evans

Receber uma usuária nessas condições vai muito além de protocolo. Significa receber um ser humano que passou anos em isolamento, tendo sua saúde física e mental comprometida, afetando sua relação consigo mesma e com pessoas à sua volta, carreira e vida social. Tudo isso enquanto a sua dor era invalidada, negligenciada e silenciada.

Portanto, a grande questão não era simplesmente desenvolver o conteúdo das atividades terapêuticas em múltiplos formatos (áudio, games, escrita, meditações).

E sim ser capaz de transformar um tema técnico, regulado e extremamente sensível em uma jornada à qual essas usuárias pudessem não apenas aderir, mas genuinamente se sentir vistas, validadas e acolhidas de verdade.

O desafio, então, não era escolher entre rigor, diálogo e escala. Era descobrir como fazer essa tríade operar junta, criando uma experiência:

  • clinicamente sólida o suficiente pra sustentar um estudo científico, sob uma das regulações mais exigentes do mundo (DiGA);
  • humanamente estruturada de modo que o reconhecimento e a validação tanto da dor quanto da individualidade de cada usuária estivesse presente em cada interação e todo conteúdo existente nele;
  • consistente e bem documentada o suficiente pra depois escalar globalmente, em inglês, pra múltiplas condições — sem que a tradução apagasse o que fazia o produto funcionar em primeiro lugar.

Como eu resolvi

Meu trabalho se dá pela Metodologia dos 3 Filtros. É ela que me ajuda a depurar a linha que separa volume de valor. Desde o início, eu contei com a ajuda de várias IAs na criação, desenvolvimento e documentação do sistema de conteúdo, expansão de repertório com base em evidências, análise e clusterização de dados de pesquisa. Além é claro, da tradução alemão e revisão gramatical do inglês — línguas nas quais não sou nativa.

Mas quando se atua em projetos atravessados por desafios similares a esse produto, ter critério é inegociável. Sem ele a IA generativa produz texto que pode ser até adequado, mas é também genérico e humanamente vazio.

O que realmente muda a história é quando entra em cena o instrumento de quem foi treinado para calibrar o que se sente como verdadeiro, não só o que é provavelmente correto.

Filtro 1 — Jornalismo

O que informa aqui é dado duplo: de um lado, o protocolo clínico (TCC, o estudo com Marburg e Utah) e o estudo aprofundado de dados baseados em evidências científicas já documentadas sobre o TDPM.

Do outro, a pesquisa contínua com usuárias reais. Essa escuta contínua rodou por múltiplos canais — formulários (Tally), comunidades (Discord, Reddit, Public Roadmap) e grupos de feedback no WhatsApp — e foi o que orientou as melhorias de fluxo e conteúdo tanto da fase DTx quanto da B2C.

Formulários, chamadas de comunidade e rascunhos de pesquisa usados na escuta contínua de usuárias
(1) Formulário para compartilhamento de histórias. (2) Chamada para participação no roadmap público para ideação compartilhada com as usuárias. (3) Formulário de pesquisa para melhoria de produto. Fonte (1), (2) e (3): site Belle Health. (4) Chamada no Reddit para feedback de nova funcionalidade. (5) Rascunho de ideação para solução de problema identificado em pesquisa na versão DTx.

Você pode estar se perguntando por que eu chamo isso de "Jornalismo" e não "UX Research" no sentido clássico. E bem, em produtos como esse, é isso mesmo. De todo modo, como eu explico na página do método, eu lido com diferentes tipos de entrega e nem todas envolvem UX necessariamente.

O que lhes é comum, sem exceção, é minha busca pelo que informa. Aqui o meu objetivo é investigar e dar visibilidade ao que precisa ser revelado, comunicado, compreendido e atravessado.

Filtro 2 — Dramaturgia

Aqui estão os dois pontos-chave da engenharia de vínculo nesse produto: personagens fictícios e uma estrutura narrativa que ajudaram a criar o espelho simbólico capaz de tornar essa experiência única, reconhecível e dialógica.

É esse recurso que me ajuda a transformar o fato em jogo, e o que é correto naquilo que se percebe como verdadeiro por dialogar com a experiência humana.

Escola do Ciclo

A maioria das pessoas que menstrua passa décadas (quiçá a vida inteira!) sem entender o que acontece no próprio corpo. Não por falta de interesse.

E sim como consequência direta de um "sistema de saúde que, da raiz ao topo, é sistematicamente discriminatório contra mulheres, que as deixa cronicamente mal compreendidas, maltratadas e mal diagnosticadas", como afirma Caroline Criado Perez no best-seller "Mulheres Invisíveis".

Recentemente, eu vi um post que ilustra esse eclipse estrutural em saúde feminina (o "gender health gap") de uma forma bastante simples de entender. E bem assustadora se você parar pra pensar.

Post comparando a idade do filme Jurassic Park com a exigência de inclusão de mulheres em estudos clínicos
O post de Cindy Eckert sobre Jurassic Park e a lacuna de gênero na pesquisa clínica.

Nele, a fundadora e CEO da Sprout Pharmaceuticals, Cindy Eckert, "brinca" com o fato de que o filme "Jurassic Park" é mais antigo do que a exigência de que a inclusão de mulheres em estudos clínicos para novos medicamentos, algo que só se tornou lei nos Estados Unidos em 1993 (NIH Revitalization Act).

No Brasil, o mais perto que chegamos dessa tentativa de equilibrar a lacuna de dados de gênero em saúde são dois projetos de lei, ainda em tramitação na Câmara: o PL 3611/2019 (Rosa Modesto - PSDB/MS) e o PL 569/2023 (Erika Kokay - PT/DF).

"Isso [o contexto histórico que levou à menor participação de mulheres nas pesquisas] traz repercussões na pesquisa até hoje: para algumas doenças, não há estudos suficientes sobre o seu diferente desenvolvimento e sintomatologia em corpos de homens e mulheres, devido ao caráter ainda marcadamente androcêntrico das pesquisas científicas nas últimas décadas." Erika Kokay (Deputada Federal) — Fonte: Agência Câmara de Notícias

E nunca é demais lembrar que é de 2023, apenas três anos atrás, o registro do primeiro teste com sangue de verdade para medir eficácia de absorventes. Até então, segundo mostra essa matéria do G1, o teste-padrão de toda a indústria era com água ou solução salina (mistura de água, sal e bicarbonato).

Meme em inglês sobre a negligência histórica com a saúde menstrual
Para quem fala inglês, é tipo dizer "Relp" em vez de "Help".

Foi nesse contexto — que mistura o créme de la créme de negligência institucionalizada e tabu multigeracional — que recebi a missão de desenvolver a "Escola do Ciclo", uma funcionalidade com o objetivo de dissipar a nebulosidade das usuárias em relação ao seu ciclo menstrual de forma simples e memorável.

E eu entendi naquele momento — como mulher, inclusive — que isso ia muito além de dar uma informação adequada. Esse feature era sobre devolver a usuária a si mesma, fazendo com que ela deixasse de viver como uma estrangeira dentro do próprio corpo.

Foi então que eu propus a construção de uma narrativa do ciclo contada como uma peça em 4 atos, reduzindo complexidade e criando vínculo emocional sem perder o rigor.

Do conceito ao design: telas da funcionalidade Escola do Ciclo
Do conceito ao design: a construção da Escola do Ciclo.

Tecnicamente, seu dever era ensinar como o ciclo hormonal feminino se constitui, de modo que a usuária pudesse reconhecer os possíveis sintomas comuns a cada fase, e lidar melhor com cada uma delas no dia a dia.

Dramaturgicamente, o que eu fiz foi colocar a usuária como a protagonista de uma jornada — a que a levaria de volta ao próprio corpo. E juntar nesse "elenco" os hormônios como "estrelas coadjuvantes", cujo movimento de entrada e saída de cena molda o que acontece na narrativa.

Nela a usuária é levada a conhecer esses personagens (LH, FSH, Estrogênio e Progesterona) e seu papel (função) em cada ato. Mas principalmente a enxergar na tela:

  • a atmosfera física e emocional de cada fase — que normalmente ela vive sozinha e em silêncio
  • as razões científicas por trás dela — não exagero, não loucura, não coisa da sua cabeça
  • e como tomar melhores decisões para o próprio corpo — com confiança e sem mediquês.

Personagens Fictícios

Este recurso, o uso de personagens, foi utilizado em diversos outros pontos da experiência pra facilitar usabilidade, entendimento dos exercícios e adesão à proposta terapêutica. Cada um tem um tom único baseado em seu papel dentro do app.

Avatar Belle

A grande estrela desse universo é a avatar Belle. Ela já existia como parte da experiência quando eu entrei pro time. O que eu fiz foi buscar desenvolver suas características de personalidade, voz, história pregressa, conflitos e motivações.

Avatar Belle, mentora fictícia do app

Belle é uma personagem não-binária que usa pronomes femininos, e representa a versão futura e curada da usuária — uma mentora que já enfrentou os altos e baixos do TDPM e agora compartilha o que aprendeu. Ela sempre fala no passado, narrando o que já superou, o que reforça a ideia de que o sofrimento atual pode passar.

"Nesse app, eu sou sua amiga e guia. Pensa em mim como uma mentora próxima e confiável. Eu tô aqui como alguém que já passou pelo que você tá passando agora com o TDPM. Em essência, eu sou uma história de sucesso — a sua história de sucesso do futuro." avatar Belle

Narradora

Ela não funcionava no sentido formal da palavra, mas como a identidade da marca no produto. Seu objetivo era, ao mesmo tempo, introduzir e conduzir as usuárias dentro de cada exercício, resguardando a camada mais objetiva e técnica das atividades.

Teach Bia

Avatar mulher trans (ela/dela); é uma professora madura e experiente, responsável por guiar práticas como meditações e exercícios físicos. Ela também simplifica conceitos médicos complexos para facilitar a compreensão. Está presente nas atividades de áudio.

Blue

Avatar não binário (elu/delu), Blue se inspira na imensidão do céu. Elu complementa Belle e oferece às usuárias outra perspectiva por meio de suas experiências intensas.

Propor a criação de múltiplas vozes também significou:

  • criar uma experiência mais diversa, envolvente e interessante, transformando dados áridos em histórias com as quais as pessoas conseguissem se identificar;
  • criar uma jornada mais humana e relacional — apesar de serem virtuais, as usuárias interagem com vozes reconhecíveis, em vez de uma voz de máquina genérica;
  • representar a diversidade de identidades de gênero — uma vez que nem todas as pessoas que menstruam se identificam como mulheres — para reforçar o sentimento de pertencimento, de ser vista, ouvida e representada.

Isso é o que eu chamo de tornar o invisível visível e atravessável. Unir dramaturgia a produto não significa florear ou criar historinha. Significa utilizar seus recursos para criar estruturas que as pessoas reconheçam e superfícies nas quais consigam se enxergar.

Filtro 3 — Design

Esse é o filtro onde dou forma ao que sustenta o vínculo, permanece e gera valor.

Espectros de tom e guidelines de escrita por personagem
Espectros de tom, guias de escrita de exemplo de uso de cada personagem: (1) Belle, (2) Narradora, (3) Teach Bia, (4) Blue.

A consistência entre a voz das personagens, a estrutura da Escola do Ciclo e todo o resto do produto não aconteceu por acaso: veio dos guias de escrita que desenvolvi com base no modelo de Torrey Podmajersky, cobrindo princípios, vocabulário, gramática e variações de tom por contexto e personagem — sempre ancorados no mesmo framework de 4 eixos da NN/g.

Como eu disse antes, eu trabalhei bastante com o apoio da IA generativa e ter esse espectro de tom, guidelines e exemplos de uso para cada personagem atrelados ao Manual de Voz da marca me ajudou muito a ser fiel às suas diferenças de personalidade, evitando que soassem genéricas e mecânicas.

E claro, sem que tudo isso, em vez de ajudar a tornar a experiência mais humana, acabasse por torná-la confusa e irreconhecível entre diferentes partes da experiência.

Esse sistema foi o que permitiu escalar conteúdo: do app DTx fechado, em alemão, validado por duas universidades — pro app B2C aberto, em inglês e depois português, cobrindo múltiplas condições hormonais. A voz não mudou de natureza entre uma fase e outra. Só aprendeu a falar com mais gente.

Resultado

Depoimentos de usuárias da versão DTx coletados durante o estudo clínico

A Escola do Ciclo se tornou a funcionalidade #1 em conversão de usuárias da versão gratuita pra premium — a prova mais concreta de que educação bem construída, com afeto e estrutura dramática, retém mais do que uma lista de sintomas.

Durante o estudo do DTx, as pesquisadoras conduziram entrevistas diretas com usuárias. Usei essas falas reais na seção "What Our Members Say" que desenhei pro site — nomes e fotos são fictícios, pra preservar a identidade das usuárias reais; as falas, não. Confira:

O que dizem as usuárias
"Usando o app eu me senti compreendida, menos sozinha, cientificamente reconhecida de que TDPM é um problema de saúde real."
— Emma
"Exercícios práticos são, com certeza, um acréscimo muito bacana pra lidar com as lutas internas. Especialmente com TPM ou TDPM intensa, muitas vezes surge frustração ou autoaversão."
— Abigail
"Muita coisa já mudou ao longo do uso do app: de 10 dias ruins antes pra apenas 3 agora, e são bem administráveis. O acompanhamento é minha ferramenta favorita!"
— Amelie
"Lidar com o TDPM muitas vezes me deixa sentindo muito isolada e incompreendida. Mas usar o app de vocês me fez sentir bem menos assim."
— Charlie
"Aprendi muitas estratégias e dicas úteis, consegui me confrontar e encontrei a estratégia certa pra eu ficar mais relaxada e reflexiva durante esse período."
— Sophia
"Além de o app ser extremamente útil, considerando todos os recursos, ele é muito fácil de navegar, o que torna simplíssimo consultar seus dados e acompanhar tudo. E também amo o design e a linguagem — é bem informativo, mas de um jeito educativo e acessível."
— Ashley

O app está hoje disponível na App Store e no Google Play, com nota de 4,8/5 (354 avaliações) na primeira e 4,5 (670 avaliações) na segunda — um dado de escala complementar, não uma prova em si.

Não é à toa que essas falas se dividem nos três verbos que abrem este case: aderir (o acompanhamento virou hábito, não visita única), aprender (a Sophia usa a palavra literalmente) e confiar (as notas nas lojas, o alívio de sentir menos isolamento). Atravessar a complexidade do TDPM, aqui, não foi retórica — foi a condição real pra que isso acontecesse.

Sobre as limitações

Não tenho acesso a dados internos de recepção ou pesquisa da Belle Health de hoje — o que está aqui é o raciocínio de conteúdo aplicado durante minha atuação, não uma auditoria de resultado atual. Os depoimentos servem de amostra qualitativa dessa construção. Já a nota das lojas reflete o produto como um todo (preço, estabilidade, funcionalidades técnicas inclusive), por isso funciona aqui só como contexto de escala, não como prova do meu trabalho especificamente.

Fale com,
não para.

Se o seu produto precisa que rigor e sensibilidade conversem, é disso que eu cuido.