Monalisa Vasconcelos, cabelo escuro e óculos, olhando para a câmera
Quem sou eu

Content Designer sênior especializada em Dramaturgia.

Construo engenharia de vínculo aplicada a produtos e experiências imersivas que precisam tornar temas técnicos, regulados e sensíveis em estruturas que as pessoas conseguem habitar, atravessar e reconhecer como suas.

Meu caminho

De tédio a gente não morre

Um breve resumo do que venho construindo ao longo desses 15 anos de carreira, entre produto digital, palco, câmera e gestão.

Parede de concreto aparente
Screenshot do site da Belle Health

Content Designer

Em healthtechs: DTx e B2C (Belle Health) e B2B (Axenya). Destaque para apps de saúde feminina, em inglês, incluindo versão para estudo clínico na Alemanha (regulação DiGA).

Audio Content Designer

De podcasts educativos e experiências imersivas para instituições como Fundação Roberto Marinho, Canal Futura, FGV, Green Nation Brasil e Arteris. Incluindo locução, apresentação e composição musical.

Instalação Árvore da Vida, crianças deitadas ouvindo áudio
Fachada do Teatro Popular Paulo Eiró

Gestora

Nas esferas pública (Prefeitura de SP) e privada (Editora JBC). Destaque para reconhecimento como "Empreendedora do Ano" (Revista Ideias da Sul) pelo impacto na revitalização do Teatro Paulo Eiró.

Autora

Romance "Dirty Martini" (Ed. Giostri), peças de teatro como "Em Colônia" (SESI/British Council) e "Catadióptrico" (Teatro Estação Caneca, 2012), além de "Oráculo da Divina Sabotadora" (experimento de literatura aplicada a produto, criado end-to-end).

Sessão de autógrafos do romance Dirty Martini
Personagem Ana, close no rosto emocionado, de Renascidos um novo coração

Atriz

Em produções para Discovery Channel, HBO, Gloob e GNT; com prêmios e seleções em cinema (Cannes, Londres, Rhode Island, FICC) e teatro (Prêmio Aplauso Brasil).

Apresentadora

De séries em vídeo como O Mundo de Tim Burton (MIS-SP) e Manual de Produção Associada ao Turismo (Ministério do Turismo e Sebrae); além de eventos corporativos (YouInc, Gafisa, Nitroquímica, CAOA).

Apresentando evento dos 80 anos da Nitroquímica, em inglês
Manifesto
Manifesto

Dizem que existe o jeito certo de fazer as coisas. Eu acredito no jeito humano.

Não, elas não são medidas opostas. Simplesmente porque não se comparam. Assim como não se bota pra competir verniz com viga.

Humanidade não cabe nas bordas estreitas, tentadoras e ágeis da resposta mais provável. Ela mora em terras mutáveis e móveis. Onde vive tudo o que nos diferencia e, ao mesmo tempo, partilha. Da sua janela mais alta, só ela vê a linha que separa volume de valor.

Humano não é como a gente soa. Não é a fachada, é a obra toda. É o vínculo que a gente constrói em diálogo. É aquilo que a gente sente quando se reconhece diante dos mesmos conflitos, ainda que em lados opostos. De algo que precisa ser visto, aprendido e atravessado.

A gente não se encontra no volume caudaloso e estridente das experiências que apenas convencem. Só nas que importam. Aquelas que ousam nos devolver a nós mesmos.

Capacete de segurança com óculos de proteção acoplados
Como faço

Te ajudo a falar com, não para

Trabalho na interseção improvável entre informação, ficção e tecnologia. Com ela, traduzo domínios sem linguagem comum em um diálogo humano entre cada experiência e quem a navega.